terça-feira, 10 de maio de 2011


Vídeo do ambiente que envolve o Escalo do Mira e o Perca-Sol em aquário para a realização da Tarefa 3.
No passado dia 19 de Abril reunimo-nos com o Sr. Carlos Alexandre e a sua colega Paula (em parceria com o Instituto de Oceanografia) onde foi preparada a tarefa 1, foram então seleccionados os troços das zonas amostrais, para a saída de campo a realizar no dia seguinte.

No dia 20 de Abril, como planeado, capturámos os peixes através da pesca eléctrica. Os peixes capturados foram colocados num recipiente com água, aí escolheram-se os exemplares de Escalo do Mira que foram submetidos a medições de comprimento e peso (fez-se a contagem do número de indivíduos capturados). Foram escolhidos alguns exemplares de Escalo do Mira para investigação (Tarefa 3), juntamente com alguns exemplares de Perca-Sol . Os restantes peixes capturados foram identificados de modo a fazer uma caracterização sumária da ictiofauna presente e devolvidos ao seu habitat.

Em simultâneo, em cada troço visto, foi feita uma caracterização abiótica e biofísica e aplicado um Índice de Integridade Fluvial, que nos permitiu uma análise mais abrangente da área de estudo. Esta caracterização permitiu-nos avaliar quais as zonas de maior degradação fluvial e quais os principais impactes que afectam essas zonas.

O vídeo seguinte contempla a essência do trabalho realizado:




quarta-feira, 6 de abril de 2011

Saudações amigos :D

No âmbito da Tarefa 3, já foram instalados os aquários ;)




See ya ;)

segunda-feira, 21 de março de 2011

No decorrer do nosso trabalho de divulgação criámos um cartaz:


Esperamos que gostem :P
11 MARÇO 2011

2ª saída de campo


Ultrapassadas as adversidades da saída anterior, foi-nos permitido chegar ao Pego das Pias. Desta vez, começamos a trabalhar nas nossas tarefas, nomeadamente, na parte do levantamento da fauna e flora local. 

Observou-se:

1) Vestígios de fauna: pegadas e excrementos de lontra (Lutra lutra), refúgios, tocas, marcas de presença de javalis (Sus scrofa), lesmas, entre outros.






2) Flora ripícola: amieiros (Alnus glutinosa), oliveiras, sobreiros, pilriteiros (Crataegus laevigata), juncus (é um género botânico de plantas floríferas, conhecidas como juncos, pertencente à familía Juncaceae), medronheiros (Arbutus unedo), linho selvagem, fetos, silvas e urtigas, choupos negros, urze, entre outros.










3) A presença de alguma actividade antropogénica: plásticos, placas, pontes, estradas, entre outros, uma vez que o Pego das Pias é muito procurado no Verão como zonas de lazer pela população local e por turistas.



See ya ;)



segunda-feira, 14 de março de 2011

16 FEVEREIRO 2011

Olá a todos!

Viemos mostrar-vos os resultados da nossa primeira saída de campo à Ribeira do Torgal.
A Ribeira é o principal afluente do Rio Mira. Fica aqui uma imagem para conhecerem a localização do habitat natural do nosso Escalo ;)


Iniciou-se a exploração do local a partir da ponte do Sol-Posto em direcção à nascente.
O caminho percorrido está assinalado na figura. Como poderão ver nas imagens que iremos mostrar a seguir, as condições do terreno não favoreceram a exploração de uma área mais abrangente. De facto, o nosso objectivo inicial era chegar ao Pego das Pias, o que não nos foi possível devido à precipitação intensa dos anteriores que obstruiu caminhos e bloqueou as estradas que nos permitiam ter acesso ao local.
















Até à próxima ;)



sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

salvar o escalo

o mais importante é a natureza, contudo ninguem lhe dá o devido valor. nos dias que correm é urgente lutar contra a falta de sensibilidade do homem para com quem lhe dá tudo.