No passado dia 19 de Abril reunimo-nos com o Sr. Carlos Alexandre e a sua colega Paula (em parceria com o Instituto de Oceanografia) onde foi preparada a tarefa 1, foram então seleccionados os troços das zonas amostrais, para a saída de campo a realizar no dia seguinte.
No dia 20 de Abril, como planeado, capturámos os peixes através da pesca eléctrica. Os peixes capturados foram colocados num recipiente com água, aí escolheram-se os exemplares de Escalo do Mira que foram submetidos a medições de comprimento e peso (fez-se a contagem do número de indivíduos capturados). Foram escolhidos alguns exemplares de Escalo do Mira para investigação (Tarefa 3), juntamente com alguns exemplares de Perca-Sol . Os restantes peixes capturados foram identificados de modo a fazer uma caracterização sumária da ictiofauna presente e devolvidos ao seu habitat.
Em simultâneo, em cada troço visto, foi feita uma caracterização abiótica e biofísica e aplicado um Índice de Integridade Fluvial, que nos permitiu uma análise mais abrangente da área de estudo. Esta caracterização permitiu-nos avaliar quais as zonas de maior degradação fluvial e quais os principais impactes que afectam essas zonas.
O vídeo seguinte contempla a essência do trabalho realizado:
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